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Deputados federais slots win 2023 -do Rio de Janeiro que integram o Grupo de Trabalho Contra Violência nas Escolas participaram, na última quinta-feira (31), de uma audiência pública no Complexo da Maré com a equipe multidisciplinar que atua no âmbito da Secretaria municipal de Educação da capital fluminense para propor ações de proteção para crianças e adolescentes.

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Durante a audiência, o deputado Tarcísio Motta (PSOL) afirmou que, além de cobrar providências imediatas da Prefeitura, do Governo do Estado e de instâncias federais, o Grupo de Trabalho pretende propor um Fundo Nacional de amparo permanente às comunidades escolares atingidas por ataques violentos.

O parlamentar também falou sobre a possibilidade de uma lei que obrigue o poder público a oferecer assistências psicológicas, médicas e financeiras permanentes aos familiares de vítimas e sobreviventes de ataques violentos contra escolas.

Para Tarcísio, os relatos de responsáveis de vítimas do massacre de Realengo demonstram o completo desamparo a que essa comunidade está submetida ao longo dos anos. "A comunidade se sente abandonada e, ao mesmo tempo, cansada de clamar por socorro. Nós, deputados, saímos de lá profundamente emocionados e comprometidos em contribuir com a superação daquela dor", relatou.

Também participaram da audiência o deputado federal como Reimont (PT), que também é integrante do GT; o coordenador do Grupo, o deputado federal Jorge Goetten (PL-SC); e os vereadores Luciana Boiteaux, Mônica Cunha, Márcio Santos, Siri e Célio Luparelli, que integram a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro.

Na parte da manhã, o GT visitou o Memorial em homenagem às vítimas do Massacre de Realengo, na Escola Municipal Tasso da Silveira, na zona oeste do Rio. O crime ocorrido em abril de 2011 deixou 12 mortos. Lá, os parlamentares ouviram relatos de mães de alunos e membros da comunidade escolar e também participaram de um debate sobre "acesso mais seguro" da Secretaria Municipal de Educação.

Na parte da tarde, foi realizada uma audiência pública para ouvir entidades governamentais e da sociedade civil na Escola Bahia, no Complexo da Maré, quando os presentes puderam debater as medidas que foram tomadas em decorrência do massacre de Realengo (em especial a implantação das equipes multidisciplinares de atendimento aos educandos da rede municipal), os desafios e as propostas para lidar com a questão da violência no entorno das escolas em favelas e periferias.

Fonte: BdF Rio de Janeiro

Edição: Eduardo Miranda


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